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O poder do pé na bunda

O poder do pé na bunda

O poder do pé na bunda

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Por Carlos Moraes*


Uma pesquisa do Instituto Fontezano-Marketing apontou que 75,7% das pessoas entrevistadas saem de casa, atualmente, na época de crise, sem ter a certeza de que voltarão empregadas para as suas casas. Assim, forma-se um círculo vicioso da destruição pessoal. “Eu saio com medo todos os dias. Quando o meu superior se aproxima, eu acho que ele vai me dar a carta de demissão. Assim, meu trabalho não rende mais como antes”.

Isso é horrível, o medo premeditado por uma suposta crise, faz com que você, com medo da demissão, se torne um profissional apático, abaixo da média, que não acredita em suas crenças e valores pessoais, que trabalhe acuado e com medo. Isso vai, na melhor das hipóteses, te levar à demissão, mas você também espere por psiquiatras, ansiolíticos e o kit todo completo da depressão.

Além disso, o medo contínuo vai afetar os seus rins. Sim porque é logo acima dele que estão localizadas as glândulas suprarrenais, responsáveis pela produção de cortisol, que causa estresse. A adrenalina, jogada abundantemente nas situações de medo e insegurança, vai te provocar um gastrite crônica.

Mas, voltemos ao pé na bunda... Empregamos a palavra bunda com a certeza de que ela não é mais uma palavra chula. O fato de ter sido incorporada ao dicionário Aurélio, como sendo a parte do corpo mais apropriada para aguentar todo tipo de tranco com um mínimo de dor a salvou dessa alcunha.

Bem, aconteceu e agora?
Agora é momento de seguir em frente. Porque se você fez o seu melhor e, mesmo assim, sentiu a traseira DOLORIDA, então chegou a hora de novos desafios, que aumentem a sua crença em todo o seu potencial. Pense que, onde você estava, não tinha mais para onde crescer.

- "Ah, mas o mercado de trabalho não tem emprego disponível"... Mas o seu potencial não tem limites, desde que a sua crença em si mesmo tenha sido trabalhada e fortalecida, o emprego aparece como mágica, ou, melhor ainda, pode ser o seu momento de empreender e tornar-se o seu próprio patrão.

- "Mas eu nunca tomei um pé na bunda..."  Tomou sim, vários, você é que nunca percebeu. Desde o seu nascimento, foi o obstetra o primeiro a lhe enfiar a mão com toda a força na bunda. Ele te tirou da zona de conforto PARA QUE VOCÊ PUDESSE RESPIRAR.
- A puberdade te expulsou e te levou pra adolescência.

E estes são apenas alguns exemplos de crescimento na sua vida, na humanidade existem muitos outros, a mãe natureza meteu um pé bem grande na bunda dos gigantescos dinossauros, somente para que o homem pudesse evoluir. Então, pense, foram os momentos de dor que te empurraram para frente, mesmo quando você não queria sair da zona de conforto."Ah, mas tá doendo! Tá sim, mas agora você escolhe": ficar prateando a dor ou fortalecer a sua crença em seu próprio potencial e partir para o próximo degrau ascendente de sua vida. 

Na maioria das vezes, quem desistiu estava a poucos centímetros de uma virada sensacional na vida. Mas desistiu e, em vez de mérito, seja financeiro ou emocional, sobrou apenas uma bunda vermelha.

- Mas olha o pé na bunda que eu tomei não foi profissional, foi do namorado que me trocou por outra. Essa eu deixo para a filósofa Joelma responder: “Tem coisas na vida, que a gente não perde, a gente se livra...” rsrs


* O professor Carlos Moraes estará presente no I Congresso de Empreendedorismo Feminino de Sergipe, realizando  uma palestra sobre  auto desenvolvimento, no próximo dia 19, às 15h, no auditório do Cinform. A realização é do Grupo Mulheres Empreendedoras. A entrada é 1 kg de alimento não perecível que será doado ao Asilo SAME. Informações pelo (79) 9807-2654. Sabia mais aqui
    

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